Famoso por tratar os clientes mal, Capelão, dono de um bar em Viçosa/MG, encontrou uma forma inusitada de burlar uma lei local.

Frequentadores do bar relataram na internet que ele fechou o bar às 02h, como previa a lei.

O que a fiscalização não contava era que 5 minutos depois ele abriria o bar, alegando que havia uma hora para fechar, mas nenhuma para abrir.

O texto de um internauta diz o seguinte:

“Os vereadores da cidade de Viçosa criaram um toque de recolher na cidade, determinando que todos os bares encerrassem suas atividades às 2h da manhã. O que nosso herói fez? Mandou todos os clientes para fora, pois tinha que fechar o bar, era lei. Fechou o bar e, cinco minutos depois, reabriu. Quando o policial chegou, intimando-o a fechar, mostrou-lhe a lei: “A lei tá aqui na minha mão. Olha só. Tem hora pra fechar o bar, mas não tem hora pra abrir. Meu bar abre 2h05. Sinto muito”

Viçosa

Como podemos ver, nem todo herói usa capa.

Corre um boato antigo na internet de que o Exército do Brasil teria munição para apenas uma hora de guerra, caso fosse atacado. Isto é uma meia verdade.

Brasil

Por não estar em guerra declarada com nenhum país, a CBC, empresa que detém o monopólio da munição no Brasil, não produz mais munição que o necessário para treinamentos e proteção de fronteiras.

O motivo de nosso país não produzir munição para estocar é muito simples, munição também estraga.

Assim como explodir um foguete antigo pode ser perigoso, atirar com uma munição estragada pode ter um efeito perigoso e matar ou mutilar quem está atrás da arma.

Em países onde as armas são permitidas para o porte de civis, o poderio bélico da própria população é aumentado por conta da compra da munição em várias empresas, ao invés do monopólio praticado aqui.

Em que posição o Brasil está entre os exércitos mais poderosos?

Sem entrar no mérito de o treinamento no Exército Brasileiro ser ou não eficiente, a verdade é que em tempos de guerra, com munições sendo usadas de forma recorrente, a confecção delas seguiria a mesma proporção.

Segundo uma matéria na revista Exame de setembro de 2016, o Brasil está entre as 15 potências bélicas do mundo.

Nada mal para quem não mantém tensões com país algum.